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Família Acolhedora: um lar temporário para crianças em situação de vulnerabilidade


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"Doar tempo é importante, precisamos cuidar das nossas crianças. Se nós não fizéssemos nada, onde ele estaria agora?", afirmou o advogado Eliano Enzo, que acolhe uma criança de três anos, do serviço Família Acolhedora. Uma das tantas crianças em situação de vulnerabilidade, ela encontrou um lar temporário, carinho e afeto. Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em São Gonçalo, o advogado e sua esposa, Francia Félix, participam há dois anos do programa que já mudou a realidade de centenas de crianças em São Gonçalo. Pensado como uma medida protetiva, o serviço da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social atualmente abriga 13 crianças em lares temporários.

"Estamos em nosso segundo acolhimento e é um desafio. Não é uma situação como de um orfanato, onde a criança é deixada, e apesar de ser um período temporário, criamos vínculo, a família abraça e nós aprendemos juntos. Bom seria se todos fizessem parte desse projeto, que muda não só a vida dessas crianças, mas também de quem as acolhe", ressaltou.

O serviço é responsável por selecionar, capacitar, cadastrar e acompanhar as famílias acolhedoras, bem como realizar o acompanhamento da criança acolhida e as famílias de origem. Com uma equipe formada por assistente social, psicólogas e educadores sociais, a proposta é tornar novamente possível a convivência familiar e comunitária,

Diferente do acolhimento institucional dos abrigos, as crianças convivem com a família todo tempo. E no seio familiar, com afeto e a rotina, estar ali tendo a possibilidade de ter o convívio e os laços preservados, além da garantia da segurança e dos seus próprios direitos.

Mãe de três filhos, de 13, 18 e 19 anos, Francia Félix conta como o processo de adaptação é um aprendizado para toda a família.

"Em nosso primeiro acolhimento abrigamos duas irmãs e também foi um desafio. Existem as fases de adaptação, e agora já estamos com um olhar mais atento à importância desse momento. Crianças, sobretudo aquelas com histórias mais fragilizadas, precisam e merecem um lar onde possam encontrar uma referência de família e afeto. Nossa família foi muito receptiva, e entendemos que tudo é um processo. Além disso, temos todo o amparo da secretaria com auxílio em transporte, alimentação, consultas médicas, o trabalho é realmente fantástico. Nos sentimos acolhidos também", disse.

Para o secretário de Desenvolvimento Social, Marlos Costa, o objetivo maior do serviço é possibilitar, dentro da garantia de direitos, o retorno dessas crianças para um lar onde elas poderão chamar de casa.

“As famílias de origem dessas crianças em grande parte também se encontram em situação de violação de direitos. Por isso o serviço é tão importante, porque além de acolher a criança nós também acompanhamos essas famílias entendendo que cada caso é um caso e criando pontes para que todos possam acessar seus direitos quanto cidadãos, garantindo o respeito à dignidade do outro. Nossa maior tarefa é que essas crianças retornem aos seus lares de origem. E esgotadas as possibilidades, a partir de um avaliação técnica com os serviços de garantias de direitos como o Ministério Público, Conselho Tutelar, Vara da Infância, nós indicamos para que essa criança entre no processo de adoção, quando é o caso”, ressaltou.

Para fazer parte do programa basta procurar a equipe do serviço na sede da secretaria, localizada na Rua Uriscina Vargas, 36, Mutondo.

São Gonçalo, 20/02/2018

Fonte: SMDS

Autor: Thayná Alves

Foto: Lucas Alvarenga

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